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Vacinação reduz contágios e mortes por Covid 19

Com o avanço da vacinação, as mortes por Covid-19 caíram drasticamente no estado de São Paulo e no Brasil nos últimos dias de agosto.

Segundo os dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o avanço da vacinação e a redução do intervalo entre a primeira e a segunda dose das vacinas da Pfizer e da AstraZeneca são os grandes motivos para a redução.

A taxa de ocupação de UTIs também vem caindo, em São Paulo por exemplo, é de 64,95% em todo o estado, devendo baixar mais nos próximos dias. Há uma semana, o número de pacientes internados em UTIs era superior a 8,7 mil e a taxa de ocupação de leitos de UTIs estava em cerca de 70% no estado.

O índice de redução vem caindo pela quarta semana consecutiva, mas o Centro de Contingência do Coronavírus alertou a população paulista de que a pandemia ainda não está controlada no estado. 

A situação segue pedindo cautela, porque bons resultados da vacinação levam a população a uma falsa, ou precipitada sensação de segurança. Uma pesquisa divulgada pelo Datafolha no último dia 14, confirma que mais da metade da população, 53%, acredita que a pandemia está parcialmente controlada. Os que acreditam estar totalmente controlada são 5%; que consideram fora de controle, 41% e 1% não soube responder.

Por isso, o Colégio Cadem afirma que as medidas sanitárias de uso de máscara e distanciamento social ainda continuam sendo mantidas pela instituição. Nós torcemos pelo Brasil e nos preocupamos com nossos alunos.

Fique atento a nossa agenda de novos cursos! Acompanhe nossas novidades! 

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Vacinação é uma importante aliada da saúde

Além de levar os filhos para serem vacinados, é fundamental ficar atento para quais você deve tomar. Algumas vacinas não são somente para crianças, e é muito importante os adultos manterem carteirinha de vacinação atualizada. Tomar vacinas é a melhor maneira de se proteger de uma variedade de doenças graves e de suas complicações.

Hoje muito se fala sobre vacinação contra a Covid 19, vacina que assumiu uma grande importância nos últimos meses no Brasil e no mundo, mas temos outras variantes que são também de suma importância.

O Ministério da Saúde tem um calendário de vacinação específico para recém-nascidos e crianças. Também existe para os pré-adolescentes e adolescentes, adultos, gestantes e idosos.

A prevenção é maior aliada da qualidade de vida e sempre será melhor do que o tratamento. Se você é adulto e não possui um cartão de vacina ou não sabe quais já recebeu, procure a avaliação de um especialista e imunize-se.

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece 19 vacinas para mais de 20 doenças.

– Crianças: BCG, Poliomielite, Tetravalente, Tríplice Viral, Hepatite B e Febre Amarela.

– Adolescentes: Dupla Adulto (Difteria e Tétano), Febre Amarela, Hepatite B e Dupla Viral – SR (Sarampo e Rubéola).

– Mulheres Adultas (Não Grávidas): Dupla Viral – SR (Sarampo e Rubéola), Dupla Adulto – DT (Difteria e Tétano) e Febre Amarela.

– Mulheres Adultas (Grávidas): Dupla Adulto (Difteria e Tétano).

– Homens Adultos: Dupla Adulto (Difteria e Tétano), Dupla Viral – SR (Sarampo e Rubéola) e Febre Amarela.

– Idosos: Gripe (Influenza), Pneumonia (Pneumococo), Dupla Adulto – DT (Difteria e Tétano).

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Seguindo normativa do MS Pró-Sangue atualiza critérios para doação de sangue

A medida visa preservar a saúde dos doadores de sangue.

Seguindo as novas normas do Ministério da Saúde (MS), a Pró-Sangue atualiza o protocolo de dos candidatos à doação de sangue, estabelecendo critérios em relação ao COVID-19. 

Em conformidade a Nota Técnica número 5/2020 publicada recentemente pelo MS, a Fundação incluiu o corona vírus em seus critérios de doação de sangue, estabelecendo as seguintes condições para os candidatos que comparecerem aos postos de coleta:

– Quem apresentou infecção pelo COVID-19 são considerados inaptos por um período de 90 dias, após recuperação clínica completa.

– Também candidatos que tiveram contato nos últimos 30 dias com pessoas que apresentaram infecção confirmada pelo COVID-19 ou casos suspeitos da doença são considerados inaptos por 30 dias.

Fora esses acima, os demais pré-requisitos adotados. Para doar sangue basta estar em boas condições de saúde e alimentado, ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 50 kg e levar documento de identidade original com foto recente, que permita a identificação do candidato.

Se a pessoa estiver com gripe ou resfriado, não deve doar temporariamente. Mesmo que tenha se recuperado, deve aguardar uma semana para que esteja novamente apta a doação. 

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Profissão: Cuidador de Idosos

Uma profissão muito em alta neste ano, o curso de cuidador de idosos irá te ensinar a manter um envelhecimento ativo e saudável do seu paciente. 

Com um mercado em expansão, a população brasileira está com uma expectativa de vida média de 76,6 anos segundo o IBGE. Automaticamente, a demanda por profissionais que atuam no setor recebem uma procura maior, ideal para quem quer mudar de área durante a pandemia.

O cuidador de idoso pode ser contratado diretamente pela família do paciente ou atuar em clínicas, asilo ou casas de repouso.

Mas como se tornar um Cuidador de Idosos? 

Além de ser uma pessoa carinhosa, paciente e prestativa, você irá precisar procurar um Curso Profissionalizante de Cuidador de Idosos

O Curso Profissionalizante vai te ajudar a obter os conhecimentos importantes para acompanhar toda a rotina do idoso e entender as suas necessidades básicas. Na maioria das vezes precisam de uma atenção na alimentação, remédios, companhia e higiene.

O Curso de Capacitação de Idosos oferecido pelo Colégio CADEM tem duração de 80 horas e mensalidades com valores acessíveis, além de você se tornar um profissional qualificado em uma das profissões que mais crescem no Brasil.

Além de todo conhecimento aprendidos no colégio, você ainda terá aulas práticas e visitas técnicas. O Colégio Cadem oferece certificado de conclusão aos alunos aprovados.

Conheça mais em nosso site e torne-se um profissional reconhecido no mercado.

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O que é LER/DORT. Suas causas e sintomas

Dia 28 de fevereiro é o Dia do Combate a LER/DORT e por isso trouxemos um conteúdo com esclarecimentos sobre o assunto.

O que é?

A lesão por esforço repetitivo (LER), também chamada de distúrbio osteomuscular relacionado ao trabalho (DORT) é uma alteração que acontece devido as atividades profissionais que afeta especialmente as pessoas que trabalham realizando os mesmos movimentos corporais de forma repetitiva ao longo do dia.

Isso sobrecarrega os músculos, tendões e articulações causando dor, tendinite, bursite ou alterações da coluna, o diagnóstico pode ser feito pelo médico ortopedista ou médico do trabalho com base nos sintomas e exames, como raio X ou ultrassom, de acordo com a necessidade. O tratamento pode incluir a toma de remédios, fisioterapia, cirurgia nos casos mais graves, e pode ser preciso trocar de posto de trabalho ou se aposentar mais cedo.

Sintomas

Os sintomas mais comuns de uma LER/DORT incluem:

  • Dor localizada;
  • Dor que irradia ou que é generalizada;
  • Desconforto;
  • Fadiga ou sensação de peso;
  • Formigamento;
  • Dormência;
  • Diminuição da força muscular.

Estes sintomas podem ser exacerbados ao realizar determinados movimentos, mas também é importante observar quando tempo duram, quais atividades o agravam, qual a sua intensidade e se há sinais de melhora com o repouso, nos feriados, fins de semana, férias ou não.

Tratamento

Para tratar é necessário realizar sessões de fisioterapia, pode ser útil a toma de medicamentos, em certos casos pode ser necessária cirurgia, e troca do posto de trabalho pode ser uma opção para que a cura seja alcançada. Normalmente a primeira opção é tomar um remédio anti-inflamatório para combater a dor e o desconforto nos primeiros dias, e aconselha-se a reabilitação através da fisioterapia, onde podem ser usados equipamentos de eletroterapia para combater a dor aguda, técnicas manuais e exercícios corretivos podem ser indicados para fortalecer/alongar os músculos de acordo com a necessidade de cada pessoa.

Como prevenir 

A melhor forma de prevenção da LER/DORT é realizar ginástica laboral diariamente, com exercícios de alongamentos e/ou fortalecimento muscular no próprio ambiente de trabalho. O mobiliário e as ferramentas de trabalho devem ser adequadas e ergonômicas, e deve ser possível a troca de tarefas ao longo do dia.

Além disso, devem ser respeitadas as pausas, para que a pessoa tenha cerca 15-20 minutos a cada 3 horas para poupar os músculos e os tendões. Também é importante beber bastante água ao longo do dia para manter todas as estruturas bem hidratadas, o que diminui o risco de lesões.

FONTE :
https://www.tuasaude.com/ler-dort/

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Covid-19: Profissionais de enfermagem contam experiência como voluntários nos testes da vacina

Atualmente, estão sendo testadas no Brasil quatro potenciais vacinas contra a Covid-19: a vacina CoronaVac, fruto da parceria entre o Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac; a vacina da Universidade de Oxford, em parceria com a farmacêutica britânica AstraZeneca; a vacina da americana Pfizer, em parceria com a BioNTech e a vacina belga do laboratório Janssen-Cilag.

Milhares de brasileiros, trabalhadores da área da saúde, estão se voluntariando para os testes e estudos de desenvolvimento das vacinas, prestando um serviço inestimável para a sociedade. Os estudos estão em sua fase final.

Profissional de enfermagem há 23 anos e conselheiro do Coren-SP na gestão 2021-2023, o enfermeiro Sérgio Aparecido Cleto é um dos voluntários que participaram dos estudos da vacina CoronaVac.

Sem saber se recebeu a vacina ou um placebo, Sérgio tem retornos semanais on-line e presenciais trimestrais com os pesquisadores que estão desenvolvendo o imunizante. “Tenho um anseio grande que muito em breve não apenas esta, mas várias outras vacinas possam estar disponíveis e acessíveis a todos. Assim poderemos ter de volta um pouco dos relacionamentos e atividades que perdemos ou deixamos de fazer”, espera ele.

Outra profissional que está participando como voluntária dos estudos é a enfermeira Jane Cristina Dias Alves. Gerente de Enfermagem da UTI do Hospital São Paulo, instituição onde trabalha desde 2003, Jane é voluntária nos estudos da vacina da Universidade de Oxford/AstraZeneca.

Ela tem grandes esperanças de que os imunizantes contra a Covid-19 em breve consigam derrotar a doença e fazer com que a vida retorne à normalidade. “As expectativas são muito positivas, pois presenciamos nas ações deste grupo de estudo muita seriedade e comprometimento em todas as medidas e cuidados tomados com cada um de nós, voluntários, seja no atendimento ou em esclarecer dúvidas”, conta.

Como alguém que lida diretamente com pacientes da Covid-19 na UTI onde trabalha, Jane conta que o contato direto com a pandemia a fez ver alguns aspectos da vida de forma diferente. “Passamos a valorizar pequenas coisas de nossa rotina que não valorizávamos, como um passeio no parque e até conhecermos melhor nossas emoções e nossa espiritualidade. A necessidade de adaptação e de planejamento foram pilares que provavelmente não serão esquecidos”, afirma.

A enfermeira Mônica Aparecida Calazans, que trabalha no Hospital Emílio Ribas, também se voluntariou para os testes da vacina CoronaVac. Ela conta que já tomou as duas doses e não teve nenhum tipo de reação. “Sou monitorada periodicamente. Além disso, há um canal do WhatsApp pelo qual entram em contato semanal comigo”, explica.

Ela também está otimista com a vacina. “Eu acredito que vai dar certo. Precisamos da vacina para voltar à vida normal”, diz Mônica, que vê seu trabalho voluntário nos testes da CoronaVac como um serviço aos seus semelhantes: “É uma forma de ajudar a humanidade. Vou tomar a vacina e se der certo o meu nome estará lá como participante da pesquisa da vacina, será um orgulho”.

A dedicação e o empenho que os profissionais de enfermagem têm demonstrado na linha frente do combate à pandemia é a mesma que se evidencia no voluntariado relacionado às pesquisas de novas vacinas. “A necessidade de adaptação e de planejamento que estão sendo demonstrados durante a pandemia são pilares que provavelmente não serão esquecidos, assim como o trabalho em equipe sem medir esforços”, finaliza Sérgio.

Fonte: https://portal.coren-sp.gov.br/noticias/covid-19-profissionais-de-enfermagem-contam-experiencia-como-voluntarios-nos-testes-da-vacina/

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ENFERMAGEM ALÉM DOS APLAUSOS

A pandemia da covid-19 mostrou ao mundo o protagonismo da enfermagem na assistência à população.

Durante semanas, a população homenageou a profissão com músicas, imagens, vídeos, depoimentos, além de diversas sessões de aplausos, nas janelas, nas instituições de saúde, na televisão, em posts na internet.

Todas as manifestações são válidas e motivadoras, mas infelizmente não são suficientes para melhorar as condições de trabalho da maior categoria profissional da saúde brasileira.

É preciso mais.

É preciso que a enfermagem tenha uma jornada de trabalho de 30 horas semanais, como a OMS recomenda, para não sofrer com a sobrecarga de trabalho e com mais de um vínculo de emprego.

É preciso que a enfermagem tenha um piso salarial em todo o país, para não se desdobrar em mais de um emprego nem se preocupar se terá as condições financeiras mínimas todos os meses.

É preciso que a enfermagem tenha uma aposentadoria especial, para que toda sua vida dedicada à saúde da população seja devidamente reconhecida.

É preciso que a enfermagem não sofra com a violência, porque nenhuma agressão é justificada e violência não faz a fila do atendimento andar mais rápido.

É preciso que a enfermagem não adoeça mentalmente, porque só uma mente saudável pode cuidar com tanta dedicação da saúde de todos.

É preciso que a enfermagem seja sempre reconhecida como a profissão que passa 24 horas por dia, 7 dias por semana ao lado do paciente, seja durante a pandemia ou em qualquer outra situação.

É preciso que a sociedade ajude a enfermagem a conquistar suas vitórias.

E todos podem ajudar.

Participe da mobilização da sociedade pelas lutas da enfermagem.

Valorizar a enfermagem vai além dos aplausos.

Favoreça o bem-estar daqueles que cuidam da saúde de toda a população.

Fonte: https://portal.coren-sp.gov.br/enfermagem-alem-dos-aplausos/