3 razões irracionais por que aceitamos o ‘bom’ em vez de ir atrás do ‘ótimo’

Muitos de nós seguimos nossas vidas cotidianas sem pensar em nos tornar “ótimos” no que fazemos. E isso não faz mal, até surgirem súbitos desafios e pressões da vida que nos forçam a atuar, competir ou nos virar para sair de situações ruins.

Quando isso acontece –como a pandemia nos mostrou–, se somos medianos, acabamos demitidos com aqueles que são semelhantes. Por quê? Porque apenas os que são vistos como os melhores (nas melhores empresas) continuam por lá.

 

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E, se somos empresários medianos, nossa empresa falhará como 70% de outros pequenos negócios. Somente aqueles capazes de se reinventar rápido o suficiente –aqueles que se tornaram indispensáveis-​​- sobrevivem ao abate econômico.

Essas são as realidades cruéis –mas devemos encará-las.

No entanto, existe uma maneira de sair desse perigo de estarmos sujeitos aos altos e baixos da vida e da economia. Essa saída é se tornar excepcional. E, nessa busca, não estamos atrás elogios em vão, mas determinadamente visando fornecer excelência a outros.

Se um colaborador fizer algo sem entusiasmo, nós o faremos com todo o entusiasmo e a alegria. Se um outro negócio oferecer aos clientes qualidade mínima e preço máximo, conquistamos esse negócio oferecendo mais qualidade.

Mas aqui está o ponto: excelência gera resiliência e sucesso a longo prazo, enquanto o bom e suficiente leva a um futuro confortável, mas incerto.

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Portanto, se quisermos sucesso e grandeza a longo prazo –que na verdade são a mesma coisa–, devemos buscar a excelência. Nós devemos nos tornar melhores do que a média. Mas o que nos impede de fazer isso agora? Segundo a ciência, há pelo menos três razões comportamentais de nosso sucesso travar no bom e não se torne em excelente.

 

Fonte: https://forbes.com.br/carreira/2020/07/3-razoes-irracionais-por-que-aceitamos-o-bom-em-vez-de-ir-atras-do-otimo/